IA aplicada a operações

IA aplicada onde o seu processo trava

Automação, agentes e modelos para acelerar o trabalho da sua operação — desenhados por quem passou vinte anos otimizando decisão de produção e supply chain. Por isso o ganho é calculado antes de ser prometido.

Você chegou aqui por qual dos dois?

Região viável · 5 restriçõesÓtimo no vértice x* = (34, 61)

O que fazemos

Quatro frentes. A última é o que torna as três primeiras confiáveis.

Trilha: acelerar o processo

Automação e agentes de IA

Automação de fluxo com n8n, agentes de IA no trabalho do dia, e treinamento do time para operar aquilo sem depender de nós. O que entregamos roda.

Trilha: acelerar o processo

IA em supply chain e PCP

Previsão de demanda, classificação de itens e descrições, dados mestres, saneamento e priorização. IA onde ela decide melhor que a regra — e regra onde a regra basta.

Trilha: otimizar a decisão

Otimização

Sequenciamento, estoque, corte, distribuição, blend e setup. Programação matemática e heurística, com o ganho estimado no modelo antes de virar projeto.

Em toda entrega

O ganho calculado antes

Onde está a restrição, quanto vale mexer nela e o que muda na segunda-feira. Se o número não aparece no modelo, dizemos que não aparece.

Como pensamos

Um conflito de operação, desenhado até o ponto em que ele quebra.

Caso real, numa implantação lean em linha de montagem de placas eletrônicas. A técnica é a Nuvem que Evapora, dos Processos de Raciocínio da Teoria das Restrições.

A pergunta, no chão de fábrica, era esta: qual o tamanho de lote que dá o menor lote possível, na maior quantidade possível, e ainda atende a demanda esperada do mês? Lote grande, e os itens do dia ficavam sem. Lote pequeno, e o tempo de setup estourava.

Objetivo

Atender a demanda do mês sem faltar item e sem perder capacidade

Para isso preciso

Ter o item certo pronto no dia em que ele é pedido

E então tenho de

Rodar lotes pequenos, trocando de produto com frequência

conflito direto
Para isso preciso

Não perder capacidade da linha em troca de ferramenta

E então tenho de

Rodar lotes grandes, com poucas trocas

Onde ele quebra

A seta entre “não perder capacidade” e “rodar lotes grandes” carrega uma premissa que quase ninguém enuncia em voz alta: que o tempo de setup é dado. Ele entra na conta como constante da linha, e o tamanho de lote é calculado em cima dela.

Numa linha SMD, setup é troca de feeder e de estêncil — e isso é reduzível: agrupar por família de componentes, preparar a troca fora da máquina, sequenciar para reaproveitar o que já está montado. Quando o setup cai, lote pequeno para de custar capacidade, e a premissa deixa de valer.

A segunda premissa é a que transforma o impasse em conta: que existe um tamanho de lote certo para a linha inteira. Não existe. Existe um por item, derivado da demanda dele, do tempo de setup e da capacidade que sobra — e isso é um modelo, não uma regra de bolso.

Note o que a nuvem faz e o que ela não faz: ela mostra onde vale atacar. Se compensa atacar ali, e quanto, é conta — e é o passo seguinte.

Nuvem que Evapora: Processos de Raciocínio da Teoria das Restrições, de Eliyahu M. Goldratt. Aplicação e diagrama nossos.
Fundamento próprio: dissertação de mestrado sobre heurística de sequenciamento baseada na Teoria das Restrições, UFPR, 2005.

Por que nós

Toda empresa promete resultado. Quase nenhuma consegue provar o método.

O método é publicado

Duas dissertações, dois artigos com identificador permanente e um conjunto de dados aberto. O visitante confere sozinho, sem pedir licença a ninguém.

Outros pesquisadores usam nosso dado

Um grupo do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP escolheu nosso conjunto de 250.365 descrições de produto para avaliar redes neurais.

Vinte anos de operação real

Planejamento e controle da produção vividos no chão de fábrica, não consultados. Quem já foi responsável pelo número sabe o que um plano encontra na segunda-feira.

Projetos executados

clique para ver o detalhamento

Contato

Conte o gargalo. Respondemos com o método, não com proposta.

Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para saber se o seu problema é de automação, de dado ou de decisão — e os três têm caminhos diferentes.